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Maiami 3

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Maiami é uma cidade relativamente nova, pois tem pouco mais de cem anos. Mas há recantos mais nostálgicos, que remontam à década de 40 (carro preto, com boneco lembrando um gângster, numa das fotos acima), ou 50 (neon contornando os prédios - outra das fotos). Mas há construções portentosas (vide foto acima), como aquelas enormes de Nova Yorque. Num dos dias que estive em Maiami era dia de HALLOWEEN. As pessoas andam fantasiadas pela rua,como andavam durante o carnaval, no Brasil, na década de 60 (talvez antes, mas não vi, pois nasci em 57). Parece que a grande concentração é na Lincoln Road, um calçadão que é um dos pontos mais movimentados da cidade (além da Ocean Drive).

Maiami 2

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Há coisas antigas e modernas em Maiami. Acima, foto de carro antigo na Ocean Drive.

Maiami

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Chegar a Nova Iorque e Paris, no outono, tem todo um ar de novidade. Nova Iorque impressiona pela magnitude, pela grandiosidade das construções, das pontes e, como se sabe, dos edifícios. Paris impressiona pela história impregnada em suas construções: Louvre, Arco do Triunfo, Notre Dame... Então, quando se vai pela segunda vez aos EUA e se aporta em Maiami, o surpreendente é a familiaridade da paisagem. O ambiente de praia, nos meses de outubro e novembro, surpreende por ser no hemisfério norte. Maiami tem também edifícios grandiosos, como os de Nova Iorque, mas o ar praiano é que é inesperado. Este ambiente praiano, por óbvio, se mostra em sua plenitude em Miami Beach, mais precisamente na Ocean Drive, a Avenida Beira-Mar de lá. A Ocean Drive é uma Avenida Atlântica (tomando Balneário Camboriú por parâmetro) com restaurantes e bares mais padronizados (padronizados porque, em regra, servem comidas muito parecidas, em geral frutos do mar): predominam restaurantes e as sanduicherias vend...

Cabides e Hotéis

Há pessoas que chegam de uma viagem noturna e logo saem para otimizar o tempo. É verdade que há lugares cuja primeira visita é tão excitante, que a euforia toma o lugar do sono e do cansaço. Excitante ou não a primeira visita, é quase inevitável que a primeita parada seja no hotel. Hoje, a primeira coisa que pedem é um cartão de crédito (provavelmente para garantir que o hóspede não saia sem pagar). Mas não creio que a fuga sem pagamento seja o único problema dos hoteleiros (pelo menos no Brasil). É que independente da categoria dos hotéis brasileiros, os cabides têm a mesma composição: o gancho e o corpo do cabide são peças independentes (clique aqui para ver um anúncio deste tipo de cabide). Na verdade, não há gancho, mas sim uma braçadeira totalmente presa ao cilindro (cabideiro) do armário, de modo que o corpo do cabide encaixa numa fenta da braçadeira. Como não é possível arrancar a braçadeira sem danificá-la e como o cabide sem a braçadeira não serve para coisa alguma, o ladrãoz...

Chegada nos EUA

Depois dos atentados de 11 de Setembro de 2001, cresceram as restrições para entrada nos EUA. Assim, mesmo quem vai lá só para passear, fica sempre receoso de ver restringida sua entrada no país. Mas, nas duas vezes em que fui lá, o temor me pareceu infundado. Chega-se no aeroporto e, depois de percorrer diversos corredores, entra-se na ampla sala da imigração. Pela quantidade de pessoas que chegam, imagina-se que horas e horas a fio se passarão antes que o visitante seja liberado. Mas a primeira coisa que se descobre é que o estadunidense odeia filas e as combate incessantemente. Assim, se há guichês para cidadãos estadunidenses e para visitantes, o que for desocupado primeiro passará a atender o que tem filas. Mal a fila se forma, surge um "destruidor de filas", que redistribui as pessoas pelos guichês vagos. Deve-se prestar a atenção para onde a gente é mandado, pois isso significa ganhar preciosos minutos. Nunca tinha visto esta obsessão em atender rápido e debelar filas ...

Viagem Internacional 3

Um congestionamento como o que ocorreu dia 26.10.09, no final da tarde e começo da noite,em São Paulo, gera efeitos em cadeia. Assim, os procedimentos de embarque de passageiros nos aeroportos (os tais "chequins") são afetados pelo volume de pessoas que vai chegando em cima da hora e as filas se acumulam para tudo: para o recebimento do cartão de embarque, para a entrada no portão de embarque e seus estágios (verificação de bagagem de mão, passagem pela Polícia Federal para fiscalização de passaporte e até nas lanchonetes que existem nas salas de embarque). E todos os que atendem e os que são atendidos vão ficando nervosos e exasperados. Como não foi possível comer alguma coisa antes de embarcar e como a última refeição foi o almoço, acaba-se comendo um sanduíche e um refrigerante, comprado na sala de embarque. Quem come devagar não consegue engolir todo o lanche e vai viajar com fome, à espera do que será servido no avião. Enfim, a chamada para o embarque: primeiro classe ex...

Viagem Internacional 2

Cinco horas é muito tempo para ficar dentro de um táxi, por causa de congestionamento no trânsito. Muita coisa normal e anormal pode acontecer: desde vontade de ir ao banheiro (urgente ou controlável: nenhum herói resiste a uma dor de barriga), até males súbidos (infarto, convulsão etc). Mas, no congestionamento de São Paulo sucedem-se ruas e ruas sem que se encontre um banheiro ou um pronto socorro (e uma ida ao banheiro só se justificaria se fosse urgente, pois implica em perda do lugar na fila do congestionamento). Chuvas e alagamentos são previsíveis. Mas o único vestígio de que chuvas e alagamentos são coisas normais e previsíveis é o rumo que seguem os procedimentos de embarque em Guarulhos. Tive a impressão de que tudo corria, na noite de 26.10.09, como se as pessoas estivessem chegando atrasadas no aeroporto por causa de sua incorrigível displicência. Fico pensando no tamanho do problema de quem perde um voo doméstico por causa de um congestionamento e no tamanho muito maior do...

Viagem Internacional

Para quem mora no interior de Santa Catarina, na região do Vale do Itajaí, viagens para o exterior partem de São Paulo. Para chegarmos a São Paulo, devemos chegar ao aeroporto de Navegantes: é de lá que sai o avião para São Paulo. Avião, para nós. É que os tripulantes só chamam de aeronave. Não sei porque esta discordância: avião é mais fácil de falar do que aeronave. Quer dizer, mais fácil para nós, que falamos português. Para quem fala inglês ou espanhol, esta nasalização é dificílima. Talvez por isso se use a expressão aeronave. Pois bem, para chegar de Blumenau a Navegantes, leva-se uma hora, mais ou menos. Há um ônibus, que é gratuito em algumas empresas de aviação e pago em outras. Então, sai-se de casa em táxi, vai-se até o ponto do ônibus, que nos leva direto ao aeroporto. Em geral, se tem que ir para o aeroporto de Congonhas, em São Paulo e, de lá, para o de Guarulhos: o de Congonhas, como se sabe, só tem voos nacionais e os internacionais estão em Guarulhos. Não é bom marcar ...