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Mostrando postagens com o rótulo ávore de natal

Arranjos de Natal

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arranjo de natal Arranjo de Natal de Coluna Arranjo de Natal de mesa Arranjo de Natal de prateleira Arranjo de Natal de Jardim Arranjo de Natal Externo Passado o Dia de Reis, é hora de desmanchar os arranjos de natal. Arranjos são enfeites que se arranja, a partir de coisas achadas em casa ou na rua. Uma calha de palmeira, um suporte de coquinhos, pinhas de pinus, galhos de pinheiro, bolas, colares, fitas, tudo isso agrupado, com ordem e cuidado e se tem um bonito arranjo de natal. Alguns destes componentes podem ser pontados de dourado, branco ou prateado. Ou envernizados. Geralmente com tinta em aerosol. Vão as fotos de alguns, antes do desmonte.

Presépio Vivo

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Presépio Vivo em Itajaí - década de 1960 Esta é uma encenação do presépio. Era feita anualmente em Itajaí, na década de 1960. Meu pai, Alcino Brandão, dirigia. Esta foto é do Rosário Vivo, uma encenação de todos os mistérios do terço, feita no campo do Marcílio, em Itajaí, em meados da década de 1960. O pastorzinho sou eu.

Feliz Natal

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N.Sra. e Menino Jesus - Museu do Vaticano - foto de 2010

Véspera de Natal

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Arranjo de Natal feito por João Hoje é dia de ganhar presentes, após abrir a sala, ver a árvore e rezar na frente do presépio (para os cristãos). Tenho afins muçulmanos e amigos (ou conhecidos) judeus. A gente que mora num país de absoluta maioria cristã e maioria católica, não se dá conta de que há religiões para as quais o dia 25 de dezembro nada significa. Nestes momentos é que se deve lembrar da tolerância religiosa e da liberdade de religião. Só tivemos plena liberdade de religião no Brasil a partir da Constituição Republicana de 1891. De 1824 a 1891 havia liberdade religiosa relativa, pois só os locais católicos de oração podiam ter a forma de templo. Por isso, a Igreja do Espírito Santo, que é luterana, em Blumenau, foi construída sem torres, as quais só foram edificadas sob a vigência da Constituição de 1891. Acima, foto de um arranjo de natal que fiz em casa.

Árvore de Natal

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Acho muito prazeiroso ornamentar árvores de natal. Prefiro a árvore natural e, dentre as naturais, acho o mais bonito o pinheiro tipo europeu (não sei se é o nome certo, mas assim o conheci). Havia um na casa de meus pais. Foi cortado uma vez, ao meio e, deste então, a cada dois anos, brotava um outro pinheiro, a partir do corte. Havia períodos em que brotavam dois pinheiros. O mesmo acontece na minha casa: tenho um pinheiro, que desde a primeira vez que cortei, brota um ou mais pinheiros. Assim, há mais de seis anos que, anualmente, corto o pinheiro que brotou. Agora nasceram três pinheiros a partir da metade cortada, de modo que tenho pinheiro natural para os próximos dois natais, além do que cortei este ano. O corte não é crime ambiental, pois se trata de árvore exótica. Além disso, como não corto a árvore, mesmo que fosse nativa, haveria manejo correto. Acima, a foto da árvore que eu e minha família ornamentamos este ano. Antes eu colocava muito algodão para imitar neve. Depois que...

Presépio Sem Vínculos

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Presépio de João  A foto acima é do presépio que armo sem vínculos com o passado. As imagens são de São João Del Rey (pelo menos é o que consta da caixa). A casinha foi uma criação minha e execução de meu sogro. A moldura dourada foi feita na Moldurando, de Blumenau. Os galhos de pinheiro são da minha casa. As velas, na verdade luminárias, comprei na Ananda, em Blumenau. Dentro, coloquei, em cada luminária, uma lâmpada que imita chama. A árvore é parte de um coqueiro (uma ramagem na qual ficam presos os coquinhos).   O painel de trás eu montei no computador e mandei imprimir.      

Presépio do Banga

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Presépio do Banga Dide Brandão tinha uma loja de produtos artísticos em Brasília. Chamava-se Banga e ficava na Galeria do Hotel Nacional. Fechou em 1976, quando Dide morreu. Dide era meu tio. A loja era mais um ateliê do que uma loja propriamente dita, pois Dide vendia os quadros que pintava e outras obras de arte que ou produzia ou incrementava. Incrementar era colocar algo mais além do que tinha quando ele comprava. Mas podia também se limitar à revenda de peças, sem retoques. E aí há um episódio que não sei se me lembro com precisão ou só em recortes da infância.  Dide encomendou várias imagens em Rio Negrinho/SC. Digo Rio Negrinho, mas não tenho certeza. Nunca consegui confirmação de que houve ou há uma fábrica de imagens em Rio Negrinho. Mas, se houve, isto ocorreu na década de 60. As imagens vieram para Itajaí, para a casa de minhas tias - irmãs do Dide - e seriam despachadas para Brasília. Mas, ao chegarem as caixas de madeira, repletas de imagens, fomos ver o que havia d...

Presépios que vi em Caltagirone/Sicília/Itália

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Presépio em Caltagirone - Itália À esquerda, assador do porcos Estes presépios vi em Caltagirone, na Itália. Foram os mais bonitos que vi em minha vida e os mais ricos em detalhes. Muito caprichosos e bastantes criativos. Quanto à fidelidade com as narrativas bíblicas, impressionou-me o turbante dos Reis Magos. E eu me desmanchava em elogios, quando uma senhora judia apontou um assador de porcos no presépio e lembrou-me que, sendo judeus todos os personagens retratados nas imagens que eu contemplava, impossível que estivessem assando porcos (supondo-se que para comê-los), sem pecar.  Presépio em Caltagirone Detalhe presépio Caltagirone Outro presépio na lojinha Fuga para o Egito - loja de Caltagirone Presépio em Caltagirone Note-se o turbante dos Reis Magos

Dia de São Nicolau

Hoje, 6 de dezembro, é dia de São Nicolau. Sobre a história do santo, veja aqui . Para mim, era um dia de ganhar balas. Ao anoitecer (isto podia ser às 19 ou às 20 horas, dependendo de haver ou não horário de verão), uma saraivada de balas era jogada pela janela. Eram punhados que chegavam e a gente se atirava no chão para pegar. Nunca me foi explicado direito quem era São Nicolau e eu imaginava que era um Vice-Papai Noel, ou um concorrente brasileiro do Velhinho que eu sempre acreditei ser alemão. Se não nascido na Alemanha, pelo menos imigrante, que morava em Blumenau (eu morava em Itajaí). Papai Noel e São Nicolau nunca me pareceram ser a mesma pessoa. Talvez um era do ramo dos doces outro dos brinquedos, pois jamais recebi brinquedos de São Nicolau e nunca recebi doces do Papai Noel. Como São Nicolau não era muito lembrado, imaginava que não era um concorrente bem-sucedido de Papai Noel. Talvez por ter uma vida muito oculta, já que volta e meia se via um Papai Noel e nunca vi o...

Vitrô de Natal

Hoje, dia 1º de dezembro, lembro dos vitrôs que meu pai fazia. Não sei se hoje ainda se faz vitrô no natal, mas, na década de 1960 muita gente fazia. Lembro, pelo menos, de meu primo Álvaro e de minha prima Mayta (pronuncia-se "Maíta"). Em geral, este tipo de vitrô é feito na janela. É uma pintura no vidro. Ou pode ser uma colagem de vidros coloridos. Também é chamado "vitral". Os vitrais que meu pai fazia (ele os chamava "vitrôs") eram temporários. Por isso eram desenhados e depois coloridos com papel. Havia quem pintasse o vidro com tinta colorida. O desenho de meu pai era feito com tinta. Pegava uma tinta marrom e fazia o desenho no vidro. Como tudo era feito pelo lado de dentro, era como desenhar no negativo. Depois se preenchia o desenho com papel celofane e de seda. Tudo era colado com uma goma de araruta. Feito o desenho, eram definidas as cores de cada detalhe ou de cada componente. E se recortava o papel de seda na forma do desenho, colando-o n...

Árvore de Natal

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Num certo natal, há muitos anos, meu pai só conseguiu uma árvore cujos galhos estavam bastante secos. Criativo, cobriu todos os galhos com algodão para disfarçar as partes secas. E acabou gostando do que fez, adotando então a cobertura de algodão como modelo de ornamentação de árvore da natal lá em casa. Apesar do motivo inicial, a verdade é que o algodão também tinha um efeito simbólico: representar a neve. E este efeito também era dado ao presépio, cujo telhado era coberto de gesso, branco e escorrido como se fosse neve. Depois da morte de mau pai, mantive a tradição e continuei enfeitando a árvore com bolas, cabelos de anjo, luzes coloridas; mas antes cobria a árvore toda com algodão. Mas o presépio - que ele havia me presenteado - tinha cobertura de palhas e não de neve. É que - por ter sido o presépio um presente de meu pai, eu acreditava estar autorizado a quebrar a tradição neste ponto. O meu presépio, portanto, nunca foi coberto com algo que imitasse neve. Tudo foi se passando ...